terça-feira, 12 de maio de 2009

Curtindo os curtas! (Dia das Mães)

Aproveitando o embalo do Dia das Mães nesse domingo que passou, o Portal Curtas colocou no ar esse singelo curta metragem dirigido por Marcio Salem.
Através da estória de uma mãe (Andréia Beltrão) que faz de tudo para ouvir de seu filho "Eu te amo", podemos recordar de quando éramos crianças e nos emocionar com o desenrolar desse pequeno conto. Toda mãe sempre espera ouvir Eu Te Amo ,mas a mensagem nem sempre vem quando esperamos...
Curta e se emocione também!

Sossegando o coração



Com os últimos acontecimentos, veio também uma vontade de dar uma acalmada no frenesi que tem sido os meus dias.

Estava conversando ontem com um querida amiga e a necessidade de sentar um pouco, respirar e planejar melhor os dias que virâo se acentuou.

Curtir momentos pequenos, sair sem compromisso algum com horário e nem com lugares badalados, tomar aquele café num lugar tranquilo e deixar o papo rolar solto.

Observar mais o que está acontecendo ao meu redor. Me precaver para não cair em situações que possam me prejudicar de alguma forma. Segurar o desejo.

Olhar para o futuro sabendo que ele começa logo em seguida ao pensamento. Não dá mais para protelar. Preciso cuidar melhor de tudo que me envolve.

Pessoas próximas e queridas sempre terão atenção e agora sinto necessidade de abir mais espaço para a chegada de novos amigos com novas idéias e interesses.

Com a calma vem a melhora na percepção. Com calma, as situações se desenvolvem e mostram um infinito de possibilidades.

Como diz a música de Lenine : " A vida é tão rara, tão rara..."

Sossega Raí, sossega...

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Curtindo os curtas!

Olha que bacana,agora poderei colocar aqui sempre que puder (espero que toda semana) um curta metragem direto do Portal de Curtas da Petrobrás. Pretendo fazer disso um hábito, algo como o dia do curta metragem no blog.
Uma boa maneira de divulgar o trabalho de diretores do país inteiro e o talento jovem que está bombando em festivais pelo mundo afora.
Esse é o primeiro " O Diário Aberto de R." de Caetano Gotardo com Marco Pigossi (Caras & Bocas, Queridos Amigos...) e Fábio Lucindo (apresentador do programa Cambalhota da Tv Cultura).
O curta fala sobre devaneios e desejos de um rapaz naquela fase complicada da adolescência.
Bom filme!

A vida não espera...


Aos poucos tenho voltado para casa. Foi necessário essa semana inteira passar para que eu me desligasse da viagem e sentisse que tudo voltou ao normal, casa, trabalho, familia e cansaço...

Já chegamos na segunda com nossas amigas de Recife hospedadas em nossa casa para trazer aquele calor humano lá do Nordeste pra cá. E a rotina não me esperou e já se jogou em cima de mim, que saí pra trabalhar direto.

E a semana transcorreu num frenesi tão intenso que não consegui assimilar muita coisa ainda.

A preparação do CD com nosso videozinho da viagem me consumiu umas 3 noites. O jantar em casa na quarta com Dri, Cau, Genilson e Cleber como convidados seguiu o horário habitual de começar lá pelas 23hs e que terminou num horário que nem me recordo agora.

Uma breve pausa na quinta e na sexta fomos ao bar de nossos amigos sírios Ricardo e Joudat. A Camila e o Neto (fofíssimos) juntaram-se a nós e passaram em casa de carro e fomos todos bagunçar com os meninos lá no barzinho deles. A Cau e a Dri chegaram logo depois daí a animação tomou conta e entre bebidas e tragadas de narguille ficamos lá até umas 2 da manhã.

Sábado para descansar (mais ou menos), fizemos comprinhas de manhã e aproveitei a tardinha para dormir um pouco, já que mais a noite eu e Gilmar tínhamos um show do Jorge Ben Jor para ir lá no Credicard Hall. Chegamos num bom horário lá sendo que o show atrasou em quase uma hora do previsto. Eu sinceramente fique meio decepcionado com alguns pontos. Não entendo porque algumas pessoas vão em shows se nem prestam atenção no artista, ficam desfilando pra lá e pra cá, fumando em lugares que estão sinalizados com placas proibindo esse ato, outras que ficam carregando copos de cerveja pra todo lado com o risco de você sair de lá encharcado caso alguém mais descuidado se desequilibre. Enfim como fomos convidados então não me estressei muito.

Voltamos decididos a respirar um ar mais gay então passamos rapidamente no Santa Sara sempre com boa música rolando. Valeu a pena.

Domingo sendo o Dia das Mães fomos um para cada lado. O Gil e as meninas foram pra Cotia e eu fui passar o dia com os meus familiares.

Foi extremamente agradável estar com eles novamente depois de algumas semanas ausente.

Após o almoço fomos para Santo André e ficamos por lá passeando, conversarmos muito, matei a saudade de todos e conhecemos a talvez-futura esposa de meu irmão.

Retornei para casa exausto, mas feliz....como sempre procuro estar.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Tarde na Pampulha (O dia do Tatu)

Pensando com calma agora, chega a ser engraçado pensar que finalmente
conseguimos dormir de verdade pela primeira vez desde que chegamos a Belo Horizonte. Após toda aquela farra na casa do Tatu e exaustos pela viagem a Ouro Preto nos rendemos ao cansaço e dormimos como se estivéssemos em casa.

O domingo nos brindou com um sol maravilhoso logo cedo. Nosso "cuidador" do dia foi o Tatu.

Aliás, esse revezamento dos meninos foi uma das coisas mais gostosas que desfrutamos. A companhia de ambos em dias alternados (incluindo também a simpaticíssima Ellen no segundo dia) foi muito valiosa para todos nós. Conseguimos aproveitar muito mais nossa passagem por Belo Horizonte e arredores. Não consigo imaginar como teria sido sem esse cuidado deles para conosco. Provavelmente não teríamos feito nem 10% do que fizemos.

Nosso querido Tatu chegou cedinho a pousada e nos levou ao centro onde conhecemos a Feira hippie na Afonso Pena. As meninas enlouqueceram com a variedade de objetos para comprar.

Pense num lugar que tem de tudo, TUDO mesmo. Roupas, ornamentos, acessórios, comidas regionais, etc...

Todos nós saímos de lá vestindo roupas compradas na hora. Camisetas estampando Belo Horizonte e Minas Gerais de várias formas e as meninas com blusinhas, colares e pulseiras mil.

Dali o Tatu nos levou para conhecer o prédio onde fica o Jornal em que ele, Ellen e Alysson trabalham. E ainda ganhamos o jornal do dia autrografado pelo próprio Tatu (Frederico Teixeira).

Algumas fotos em frente ao prédio e saímos pela cidade fazendo aquela algazarra dentro do carro. De lá fomos ao Mercado Central onde compramos queijos, doces, temperos, cachaças mineiras e licores. Além de conseguirmos pagar vários micos em um único lugar, como tentar entrar no carro de outra pessoa achando que era o carro do Tatu.

Saindo de lá fomos para a região da Pampulha e vimos outros pontos da cidade que não tinhamos visto ainda, como os Estádios Mineirão e Mineirinho. Chegamos na Lagoa da Pampulha e descemos para as fotos habituais.

Lugar lindo, gostoso de caminhar e muito movimentado principalmente porque houve jogo naquele mesmo dia entre Cruzeiro e Atlético.
E nosso caro amigo Tatu ainda iria fazer a cobertura desse evento mais tarde. Preocupados com o horário de nosso querido anfitrião decidimos almoçar com ele no centro da cidade mesmo.

Nos despedimos do Tatu para irmos ao Parque das Mangabeiras e Serra do Curral enquanto ele foi fazer suas obrigações.
Tiramos fotos lindíssimas do Parque, um dos pontos mais altos da cidade. E pensar que o dia já estava chegando ao fim e com ele nossa viagem também terminando.

Voltamos para a pousada a noitinha para arruamar o restante das coisas que faltavam e nos despedirmos da galera lá. O André da recepção foi a figura mais necessária que conhecemos, ele e a Juliana foram fofos demais conosco.

Faltando menos de uma hora para partirmos, lá estavam nosso caros amigos e "cuidadores" Tatu e Alysson que nos levaram a rodoviára. Claro que fomos numa euforia desmedida e com eles dando corda, emparelhando os carros para nós ficarmos gritando, rindo e fazendo uma algazarra só para finalizar a viagem com o mesmo pique que começamos.
Após as despedidas calorosas só nos restou embarcarmos no ônibus e voltarmos para São Paulo.

Como toda volta, essa também foi cheia de expressões de cansaço, saudade, alegria, entusiasmo e olhares distantes. Sabe aquele olhar perdido em algum lugar que ficou na nossa memória?
Ficamos todos imersos em pensamentos próprios até sermos vencidos pelo sono.
Agradeço aqui aos amigos maravilhosos que participaram dessa viagem tão significativa pra mim.
E para nossos amigos mineiros, um abraço do tamanho de um trem! Saudade sô!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ouro Preto (O dia dos 2)


Dormir nem pensar. Poucas horas de sono e eu já estava de pé animado com o dia que começava.
Gilmar chegou bem cedo com um sorriso no rosto imenso, sinal de que havia conhecido o que Minas Gerais tem de bom além da belíssima paisagem.

Após todos estarem prontos e bem alimentados, nos preparamos para a chegada do Alysson,Ellen (que agora é Tuca para nós) e Tatu que nos levariam a Ouro Preto.
Assim que eles chegaram nos dividimos nos carros e partimos numa alegria só.

No caminho fomos conhecendo outros lugares interessantes de Belo Horizonte, como um lugar onde são realizados eventos maravilhosos.

O Alysson ainda nos levou a uma cidadezinha chamada Santo Anronio de Leite que fica no trajeto rumo à Ouro Preto. Lá tivemos o previlégio de conhecer a Patrizia Pacha, uma artista italiana que faz máscaras artesanais de vários formas e tamanhos. Íncrivel o trabalho daquela mulher morando lá no meio do nada, quase que refugiada num lugarzinho aconchegante e de difícil acesso.

Depois da sessão de fotos mais do que necessária, continuamos a viagem parando apenas para conhecer a instalação da Estalagem do Sesc Ouro Preto. Um hotel luxuoso que ainda pretendo conhecer com mais tempo.
Já na cidade de Ouro Preto registramos tudo que podíamos com fotos para todos os lados. Naquele sábado estava bem movimentada a cidade, acredito que o feriado tenha impulsionado as pessoas a viajarem mais.
Ficamos praticamente o dia todo por lá, fazendo compras, conhecendo cada rua, aprontando muitas palhaçadas só para não perder o hábito, enfim aquilo que gostamos...

Retornamos para Belo Horizonte bem no final da tarde. Cansados como sempre acontece na volta de passeios assim, viemos em quase absoluto silêncio no carro.

Embalado pelas músicas que a Ellen e o Alysson colocaram para tornar a viagem mais agradável, eu pude fazer algumas reflexões sentado no banco traseiro do carro com o Gil dormindo ao meu lado.

Foi tão gostoso ficar pensando sobre tudo que estávamos vivendo até ali e olhando para o casal Alysson e Ellen, sentado nos bancos dianteiros, me emocionei pensando como é íncrivel saber que ainda existem pessoas que se preocupam em agradar as outras, abrindo mão talvez até de programas pessoais, para estarem ali conosco, se divertindo, conversando, trocando carinho...

Deixei a emoção falar alto e me rendi a alguns minutos de satisfação íntima e pessoal. Se eu já chorei muito por pessoas que me decepcionaram e se aproveitarem de minha boa vontade, porque não deixar algumas lágrimas rolarem por gratidão?

Fiquei feliz ao extremo por não ter perdido essa sensibilidade ao longo dos anos e poder usá-la em situações de carinho como essas...

E o sábado ainda nos reservava outras surpresas tão agradáveis quanto essa. Após um descanso mais que necessário na pousada, nos preparamos para a noitadas dessa vez na casa do Tatu, que gemtilmente nos convidou para provarmos os caldos deliciosos feitos por sua mãe.

Chegamos na casa dele com o Alysson e lá estava toda a familia reunida. Comprometemos entre nós mesmos de nos comportarmos para não deixar uma má impressão.
Comprometimento esse que levou menos de 1 hora para ir água abaixo quando o Tatu teve a ótima idéia de colocar um karaokê para brincarmos um pouco.

A timidez habitual da primeira vez que vemos as pessoas logo deu lugar a uma alegria e um despojamento tão fora de hora, que em minutos estávamos tomando conta da casa, cantando, dançando, realizando coreografias vergonhosas, comendo feito loucos e colocando toda a culpa no excesso de cerveja.

Isso rolou até altas horas da madrugada quando exaustos, fomos embora deixando alguns sentimentos com as pessoas lá. Espero sinceramente que tenham sido os melhores...rs

Obrigado mesmo Alysson e Tatu pela hospitalidade. Hoje foi o dia dos 2!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Agito em Belo Horizonte (O dia do Alysson)


A quantidade de informações sobre a viagem para Belo Horizonte são imensas. Como pretendo me recordar de tudo que puder, farei isso em 3 textos um para cada dia que ficamos lá. A chegada e o primeiro dia é esse, depois tem "Ouro Preto (O dia dos 2)" e " Tarde na Pampulha (O dia do Tatu)". Nada de ciúmes, tem pra todo mundo...

A ansiedade quando saimos daqui de Sampa era tamanha que o sono custou a chegar, ficamos naquele falatório infinito no ônibus o que provavelmente não agradou a todos os outros passageiros, mas enfim..hehe

Depois de uma noite mal dormida chegamos em Belo Horizonte no horário previsto, por volta das 08 e meia da manhã e nos dirigimos a pousada o que foi bem mais fácil que imaginei.
Devidamente instalados, malas arrumadas e banho tomado saimos para almoçar e iniciar a sessão de fotos sem fim.

Fico feliz de ter morado lá e ainda ter mantido o senso de direção dos lugares mesmo depois de tantos anos, o que facilitou muito nossa otimização de tempo.
Como haviamos combinado nosso anfitrião Alysson foi ao nosso encontro quando estávamos no Palácio das Artes tomando um café num espaço maravilhoso. Aliás um ótimo lugar para se paquerar, eu que o diga.

Depois de termos matado a saudade de nosso amigo e de suas piadas infames, começamos um tour com ele pela cidade e terminamos num ótimo barzinho no bairro Santa Tereza onde bebemos e brindamos pela receptividade que nos foi dada.
De volta a pousada veio a preparação da segunda parte da noite onde juntaram-se a nós a Ellen (Tuca) e o Fred (Tatu).

Mais uma ótima indicação de lugar agradável e fomos parar no Bolão, para jantarmos e bebermos um pouco mais. Como já haviamos dito a eles aqui em São Paulo, nos dividimos na vida noturna de BH (graças as dicas do André da pousada e ao guia impresso de baladas GLS que ganhamos de nosso caro anfitrião). As meninas foram com eles para barzinhos e eu , Gilmar e Rafael nos jogamos nas boates. O Estação foi uma boa surpresa com ótimo som e pessoas divertidas, saímos de lá umas 2 da manhã e pulamos para o Mary Hell que francamente tem o melhor som que já ouvi até hoje. E muita gente bonita.

Após muita baderna, trenzinhos e beijos distribuidos, voltamos para a pousada quase 6h da manhã...Pelo menos eu e Rafael, já que o Gilmar foi descobrir o que o mineiro tem. Mineiro aliás mais do que simpático, nos deu carona até a pousada e tudo.

Sendo esse o primeiro dia, acredito que fizemos mais do que imaginávamos.
Graças ao nosso caro amigo jornalista que nos recebeu com tanto carinho e disposição pra bagunçar, colocando BH de pernas pro ar naquelas voltas de carro pela cidade, envoltos pelo som alto e gritos de entusiasmo de uma galera que sabe se divertir. E como sabe...