sexta-feira, 10 de julho de 2009

Quinta feira Santa!


Eu tenho descoberto que para colocar as coisas no eixo, digo a vida mesmo, tem que parar, pensar, se encarar, se assustar, se encorajar e vários outros "ses".

Como o feriado veio em um dia neutro para mim, já que não tinha marcado nada com alguem, aproveitei para refazer alguns planos e encontrar alguma base onde pudesse me segurar para assim olha para o futuro de forma bem positiva.

Somente dessa forma tudo vai ganhando os contornos necessários e eu vou cada vez mais firme pisando em terrenos desconhecidos.

Com o clima agradável que estava ontem, chamei o Gilmar e fomos ao Santa Sara dançar um pouco e respirar um pouco daquele "ar gay" como o Gil sempre diz. A música vibrante faz com que o corpo corresponda e quando percebo os pensamentos vão no embalo. E no meio de tudo isso, entre canções do Coldplay, luzes piscando e pessoas ao redor, os pensamentos vão se tornando mais claros e lúcidos.

Dá para acreditar como faz bem sair e dançar desse jeito?

Sem entrar no mérito do maravilhoso DJ que já se tornou um querido amigo, além de ser uma delícia de pessoa. Se eu pudesse e meu dinheiro desse, como diz o ditado...

Um ótimo final de feriado com resoluções sendo colocadas em prática. Adoooro!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Instrumentos para refletir


Terça a noite aproveitei um momento mais tranquilo da semana e fui ao Sesc Paulista assistir o Projeto Terça Instrumental.

O flautista e violonista Alexandre Andrés foi a atração da noite.
O músico foi o vencedor da 9ª edição do BDMG Instrumental, faz parte do grupo instrumental Diapasão e atua também como compositor. Lançou, em 2008, o CD Agualuz com 12 músicas autorais em parceria com o letrista Bernando Maranhão. Neste show, ele estava acompanhado de Rodrigo Lana (piano), Gustavo Amaral (baixo e violão), Adriano Goytacá (bateria e marimba de vidro) e Ayran Nicodemo (violino).

Um belo espetáculo com músicos tão talentosos e ainda desconhecidos do grande público.

Esses momentos para estar só e curtir coisas de que gosto têm sido de grande valor e ajuda para mim.

Posso aproveitar para pensar, ouvir uma boa música, conhecer coisas novas e ainda sair para caminhar após o show e agradecer por ter esses momentos.

Como alguns setores da vida estão complicados outros têm que servir como alívio. Justamente para me dar a tranquilidade para resolver o que me atormenta.

Todos precisamos disso...

terça-feira, 7 de julho de 2009

Te diz algo??

Vale a pena ver até o fim desse vídeo...Diga sempre "Não à Homofobia".

A vida em 4 dias


Depois de alguns dias sem escrever nada, um pouco por conta da falta de tempo outro por estar perdido sem saber o que falar, eis-me aqui.

Em meio a esse turbilhão de coisas que aconteceram em tão poucos dias, me vi renascendo de várias formas e situações.

Como a semana já estava programada para a participação no 4º Salão de Turismo, não sobraria muito tempo para outras atividades, pelo menos era o que eu imaginava...

Fomos ao primeiro dia do evento, eu e Gilmar e nos deparamos com uma certa decepção ao percebermos nitidamente que os rumores sobre a diminuição da verba eram verdadeiros.

Mas ainda assim aproveitamos e curtimos tudo que podemos. Voltei lá na sexta-feira com o Alex, que trabalha comigo aqui na Editora e com meu irmão e sua namorada. Nesse que foi o terceiro dia de evento as coisas já tinham melhorado e deu aquele ânimo que eu tinha visto nos outros anos.

Sábado de manhã foi a vez de levar a Cláudinha e a família de minha irmã. Esse foi o melhor dia do evento sem dúvida. Muita alegria, apresentações culturais por todo o Salão e distribuição de lembranças de todos os Estados participantes. Tiramos fotos lindíssimas também.
Saindo de lá fomos ao Museu da Língua Portuguesa. Eu tinha certeza que meu sobrinho de 6 anos ficaria encantado...

A noite foi a parte mais complicada do fim de semana pois me deparei com assuntos que preciso resolver e que estavam escondidinhos embaixo do tapete.

Encarei a oportunidade de me ouvir naqueles momentos em que o silêncio é necessário. Daí que veio a explosão de sentimentos, fatos e busca urgente por um lugar no mundo.

Fiquei voltando minha mente para várias fases da vida e buscando nelas respostas para situações parecidas que pudessem me esclarecer como fazer de novo o que já experimentei anos atrás.

Domingo acordei ainda nessa ansiedade, mas como para todo mal há um remédio, eis que a visita de minha mãe me proporcionou todo o conforto para um momento daqueles.

Eu já havia prometido passar um dia todo com ela a algum tempo e esse não poderia ter sido melhor escolhido. Saímos para caminhar no Parque da Água Branca e arredores dos bairros Pompéia e Higienópolis onde moro.

Muita conversa, risos, músicas de viola, lembranças e bons momentos juntos. Acho incrivel como as mães têm o dom de saber exatamente aquilo que precisamos ouvir mesmo quando não dizemos nada.

Ela conseguiu dizer tudo que eu precisava ouvir e olha que eu não falei nada do que sentia ou estava passando internamente. Não tem explicação, só sentimentos mesmo.

Após um dia confortável desses ainda me sobrou tempo para assistir o belíssimo filme "Era uma vez" do Breno Silveira com Thiago Martins, Rocco Pitanga, Vitória Frate e Paulo César Grande no elenco.

Terminei a noite encontrando com o Gilmar pós-balada e fomos à Bella Paulista dar aquela relaxada necessária num fim de semana tão agitado quanto complicado.

E a semana está fluindo bem, com novas expectativas no ar e muita disposição para fazer deslanchar todos os projetos pessoais que me comprometi nesses dias de confronto interior.

terça-feira, 30 de junho de 2009

4º Salão de Turismo!

Uma excelente oportunidade para quem ainda não participou. O 4º Salão de Turismo começa amanhã dia 1 e vai até domingo, dia 5 de julho.
Para conhecer mais sobre o Brasil, ver pessoas de todos os Estados, culinária, tradições, danças, culturas e negócios.
Vá visitar e descubra quão rica é nossa diversidade! Faça seu credenciamento pelo site http://www.salao.turismo.gov.br/. É grátis e rápido!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Vamos nos jogar....


Eu tava ouvindo essa música linda do Paulinho Moska, "Tudo novo de novo" e esse verso não me sai da cabeça...

"Vamos nos jogar onde já caímos."

Tão engraçado pensar que para o amor ou a realização de nossas paixões esse desejo é constante e necessário.

Durante muito tempo caí na armadilha preparada por eu mesmo de que esperar pelo grande amor é o que de melhor alguém pode fazer.

Na adolescência talvez isso até seria permitido. Mas depois de adulto, pera lá...

Com toda confusão que veio junto com a decisão por assumir uma orientação sexual, veio também a necessidade de reavaliar o quanto isso pode pesar nos relacionamentos.

Na teoria funciona simples assim: Encontrar alguém que correponda a tudo aquilo que procuro, sem ao menos me preocupar se aquilo realmente me agradará, de preferência em alguma situação inusitada com vários sinais indicando que AQUELA é a pessoa certa, o homem dos sonhos...Nossa, só de escrever já me deixa irritado com esse pensamento.

Por isso decidi há alguns anos ir para a parte prática que funciona bem : Saio, conheço alguém ou não, me divirto, visito lugares bacanas e que tem a ver com meu gosto como cinemas, teatros, exposições, livrarias e afins . Me dou a chance de olhar e ser olhado, paquerar e ser parquerado e o que surgir a partir daí será uma aventura gostosa de participar.

Se vai durar? Não sei e nem preciso saber. Provável que eu até nem queira que dure tanto assim. Mas irei curtir o máximo que esse cara puder me proporcionar. Uma boa companhia, um carinho agradável e um ótimo sexo. Tá bom, pode ser que não seja ótimo. Mas não há regras que dizem que precise ser assim. Pronto.

Melhor assim né? Se tiver que gostar de alguém perdidamente e talvez sofrer com isso, por que não? Não estou vivo? Melhor assim do que me proteger e anular qualquer chance de momentos prazerosos.

O negócio é assim. Vamos nos jogar no mesmo lugarzinho onde já caímos antes e será delicioso....tá afim?

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Do you remember the time, Charlie??


Ontem faleceram duas figuras emblemáticas do mundo artístico. Nunca fui de acompanhar a vida de nenhum deles assim como de nenhum outro artista porque não é algo que me interessa muito.

Mas resolvi comentar sobre isso pelo fato de que eles marcaram muito minha infância e adolescência. Foi inevitável não viajar no tempo ontem lendo sobre a morte deles.

A pantera Farrah Fawcett sempre esteve na minha imaginação como uma das mulheres mais bonitas que via na TV quando era criança. Mesmo após o fim de As Panteras, ainda cheguei a ver outros filmes dela que foram lançados aqui no Brasil em VHS.

Ela lutava contra o câncer desde 2006 e ontem teve o descanso dessa batalha. Seu marido/ companheiro Ryan O´Neal (o lindo ator do mega-romance dos anos 70 Love Story) a acompanhou durante esses último anos.

Michael Jackson nunca foi um de meus cantores preferidos. Mas não posso negar sua influência na música por décadas. Seu estilo, suas roupas e seu jeito de dançar foram imitados pelo mundo afora e marcou toda uma geração.

Gostei de várias músicas gravadas por ele ao longo dos anos. Se me lembro bem, acompanhei várias fases dele até o lançamento de Dangerous, um álbum que me agradou muito com várias canções que viraram hits como Heal the world, Will you be there, Black and White e Remember the time.


Acredito que terei na memória sua carreira até aquele momento. Depois quando sua vida se tornou uma sucessão de escândalos, eu já havia deixado de ler sobre ele.

Prefiro lembrá-lo como aquele Michael lá dos anos 70 e 80. E minha querida Pantera Farrah Fawcett como uma das louras mais lindas que já vi na TV.